Representações sociais da depressão no contexto familiar e escolar

Depressão familiar

Sendo o ser humano um ser programável é, no meio familiar que é formatada a programação mental da criança, o beijo da mãe, do pai, o abraço, os sinceros elogios, formas de conversar com a criança incutir-lhes auto segurança, auto estima, todo o carinho fica na mente da criança de uma forma positiva que vai cimentar a vida do adolescente/adulto no futuro, como pessoa feliz.

Sendo a mente programada de forma negativa, sem carinho, sem o beijo, sem o abraço, sem elogios, escutando frases auto destrutivas, não vais dar nada na vida, não prestas, não vales nada, estas representações condicionam a mente da criança ou adolescente para uma baixa estima, ao serem transmitidas pelos progenitores que são uma autoridade para a criança, dessa forma passa a ter um valor qualitativo elevado para a criança/adolescente, a razão porque fica bem recalcado mentalmente, despoletando num futuro próximo baixa estima, perdendo a auto confiança.

Ao presenciar discussões entre os pais, por vezes até com agressões físicas e psicológicas, esta mente, com todo esse programa energético negativo é construir, um ser infeliz com depressão, um potencial auto suicida, insucesso escolar, um potencial seguidor dos caminhos das drogas, agressivo, delinquente, ou um sem abrigo. No futuro, da forma como foi programado, o mesmo comportamento vai estar presente no seu lar quando constitur familia.

Para Sligmam (1995), o estilo explicativo da criança se desenvolve a partir do estilo explicativo da mãe, de críticas de adultos e, por último, mediante situações de desordem vivenciadas pela criança, como: separação dos pais, mudanças de escola, morte de um ente querido causas de stress. Dessa forma, os pais ou pessoas significativas têm grande parcela de responsabilidade no aparecimento e na manutenção da depressão na criança.

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